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Estante de Coisas

Onde tudo cabe ou sai de lá...

19
Jul18

Não olhar para as horas...

A estante P

Todos nós temos horas para tudo - para acordar, para o trabalho, para comer, para deitar, para uma consulta, para isto e para aquilo. Por estas bandas, tenho o hábito em dividir o tempo que me resta, ou antes ou depois de trabalhar, para ser mais fácil organizar-me cá por casa. Ou seja, tenho "hora marcada" com tudo e comigo mesma.

Esta semana como só tive um dia de folga e, sendo a folga após um marco importante nas nossas vidas (aqui), queria aproveitá-la ao máximo. O combinado com Ele era - quando eu saísse do trabalho deixávamos de olhar para o relógio e para o telemóvel. Assim foi...

Aproveitámos para visitar o avô Dele que estava prestes para ir para o Lar, fomos às compras para o jantar, fomos dar uma caminhada na praia, ao qual fomos prendados por um pôr-do-sol maravilhoso e cozinhámos o nosso jantarinho comemorativo com muito amor. Foi em cheio.

Soube bem e, ao mesmo tempo foi estranho; foi uma experiência fantástica... Senti-me livre; livre do tique-taque. Não me passaria pela cabeça começar a jantar às 22h36 (sei porque olhei para a televisão quando me sentei na mesa para jantar).

Foi uma folga curta mas regenerativa. É bom não ter tempo e hora marcada para nada; só connosco e com a nossa felicidade.

Vou, certamente,  fazer com que isto aconteça mais vezes!

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Um beijnho a todos e que façam, sempre, aquilo que voz faz feliz

12
Jul18

Assassinaturas

A estante P

Nunca fui daquelas de ter um hieróglifo, diga-se, rubrica. Sempre assinei com o nome próprio e apelido.

Tentei criar um gatafunho, mas nunca me encheu as vistas. Desisti.

Antes de começar a trabalhar, o que tinha de assinar e nada era quase a mesma coisa.

Agora a trabalhar tenho de estar coooonstaaanteeemeeeentteeee a assinar e a gatafunhar. Sim, é mais a 2ª parte. E quando é um dia em que emito muitas facturas... meu Deus! É um assassinato ao meu nome... Transforma-se noutro qualquer que nem eu reconheço.

Vendo bem as coisas, até tem um lado bastante positivo... Não me conseguem falsificar assinaturas, já que cada uma é diferente.

10
Jul18

Um ano de nossa casa...

A estante P

IN-OUR-HOME-we-do-family.jpgVia Harvest Gallery

Faz hoje, precisamente, um ano que assinámos um monte de papelada que iria mudar as nossas vidas.

Como diz a gente mais velha, começámos ao contrário... Comprámos casa sem casar. Havia quase dois anos que vivíamos juntos e tinha chegado a hora de começarmos o nosso ninho. Aventurámo-nos, divertimo-nos, chorámos e crescemos juntos.

Há um ano atrás não dormi com o nervosismo e ansiedade... Não queria chegar à escritura, depois de todo o processo de compra de casa tãão cansativo, e faltar qualquer coisita. Não podia faltar nada, não podia haver nada que impedisse, porque já tinhamos batalhado com todos os entraves. Comprar casa não é fácil, mas comprar casa a um familiar (dele), é ainda mais difícil...

Se me tivessem dito que iria ser tão árduo, acho que tinha virado costas mas, ainda bem que fomos persistentes. Hoje, estamos felicíssimos e vamos comemorar um ano no nosso cantinho.

É tão bom construirmos uma vida a dois do nada... Desde comprar um simples talher ao nosso gosto a um móvel e ninguém mandar arrumar isto ou aquilo n-a-q-u-e-l-e sítio só porque sim. Ainda há coisas por comprar, por restaurar, obras e pinturas do exterior a fazer, mas o essencial em 15 dias esteve pronto. Grande luta.

 

Bem, "na minha casa mando eu" - tão giiiro dizer isto.

30
Jun18

Estante das Séries - Versailles

A estante P

versailles.jpg

O Palácio de Versalhes sempre me suscitou interesse em querer visitar, mas como eu não viajo, 'tou tramada... Contento-me pela série. E que belíssima série, é verdade!

Após começar a ver Vikings, tive uma crush pelo actor George Blagden. Aliado à crush, o meu antigo professor de Património Histórico-Cultural quase que me obrigou a ver Versailles. Tem estado há algum tempo na lista-de-espera e, assim que chegou a altura de escolher algo para ver com o mais-que-tudo, teve de ser.

Terminámos ontem a primeira temporada e adorámos!

El-Rei Louis XIV de França, sua majestade, é interpretado por Blagden. Conhecido como o "Grande" ou "Rei Sol" é excêntrico (como quase todos eles) e muuuito absolutista; só ele é que sabe, não gosta de ser contrariado, custa a ouvir conselhos e não se arrepende de nada do que fez. A série começa com a "birra" dele em querer fazer da Casa de Caça da família Real, em Versalhes, o seu Palácio. Todos discordam, pois a residencia oficial de Sua Majestade deveria ser em Paris. As grandes obras começam e com elas vêm traições e assassinatos. O guarda-roupa é excepcional... França sempre se destacou pela moda e boa aparência; sendo neste reinado de Luís XIV que se começaram a usar as "regras de etiqueta", criadas por seu irmão - príncipe Filipe, Duque de Orleães.

Quando finda cada episódio, ficamos com vontade de ver mais e mais.

Para quem gosta de história, esta é mais uma série a ver!

 

 

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